Contos, poemas, críticas e o que mais der na telha (ou na tela, sei lá)
   Como perder um homem em 10 dias: vendo além da superficialidade de um "chick flick"

Chick flick é como Hollywood chama os típicos “filmes de mulherzinha”, aqueles responsáveis pelas clássicas discussões entre namorados. Geralmente são comédias românticas que os homens de-tes-tam. Filmes como “Sintonia de Amor” ou qualquer outro do estilo com a Meg Ryan. O próprio “Como Perder um Homem em 10 Dias” faz uma piadinha metalingüística esperta na cena em que a protagonista leva o seu nada sortudo “ficante” para uma maratona de filmes nesse estilo.

Definitivamente este não é meu tipo de filme predileto, por estar confinado aos limites e obviedades de uma comedia romântica. É sempre assim: garota quer um cara. Cara não quer (ou não pode ter) a garota. Eles saem mesmo assim. Acabam se apaixonando. Drama em doses leves. Adicione alguns mal-entendidos ou quaisquer outros truques de roteiro para afastar o casal. Não esqueça do alivio cômico, que pode estar nos amigos ou na família de um dos personagens. No final, uma cena dramática junta o feliz casal. “So much for my happy ending”, como diria a pseudo-punk-de-butique-e-cabelo-chapinha Avril Lavigne.

Contudo, “Como Perder um Homem em 10 Dias” traz algumas surpresas, apesar de não fugir dessa receita de bolo por um instante sequer. A sinopse, todos conhecem: jornalista precisa fazer uma matéria cujo título é o nome do filme para a revista feminina (estilo “Nova”) na qual trabalha. Ela vai cometer todos os erros típicos das espectadoras-padrão de comédias românticas para assustar o pretendente no prazo determinado. Isso rende cenas divertidas, como as em que ela leva o sujeito a um show da Celine Dion, o chama pelo apelido íntimo na frente dos colegas de trabalho, liga “trocentas” vezes, ou arruína a noite de pôquer-com-os-amigos (equivalente americano à pelada-com-os-amigos dos homens brasileiros). O coitado em questão é um publicitário machista que coleciona mulheres como um atirador de elite conta corpos de suas vítimas. Exige-se a proverbial suspensão de descrença do espectador para engolir a enorme coincidência de ele ter feito uma aposta com seu chefe e publicitárias de outra agência de que seria capaz de fazer uma mulher se apaixonar perdidamente por ele em 10 dias e, se conseguisse, ganharia a conta do maior fabricante de diamantes do mundo.

Justamente na profissão de seus protagonistas está o toque inovador. Afinal, pode-se pensar todo o roteiro como um embate jornalistas X publicitários. Como boa comédia romântica, obviamente o resultado é um empate no qual ambos ganham. Mas não deixa de ser interessante pensar em como seria difícil enganar um homem de propaganda. Certamente Benny usa de seus talentos profissionais para ganhar garotas. Afinal, o que faz um publicitário senão vender ilusões baseadas nos desejos alheios? Já os jornalistas lidam diretamente com a verdade, embora precisem às vezes fingir ser outra pessoa para conseguir uma matéria. Mesmo que a matéria seja para uma revista feminina de futilidades. Também é interessante ver que Angie deseja escrever sobre política e economia na revista estilo “Nova”. Logicamente, falta discernimento à moça para entender que esse tipo de pauta não combina com a linha editorial da revista. Se ainda fosse uma “Marie Claire”.... Ou seja, essa representação possui algumas falhas, não vantajosas para os jornalistas. Ou pelo menos para *as* jornalistas. Aliás, a redação da dita revista é um achado: mulheres para todos os lados num local de decoração glamourosa, com uma chefe cruel e o único homem presente à reunião de pauta tinha a maior pinta de gay.

Por outro lado, vejamos: como é apresentada a agência de publicidade no filme? Um bando de marmanjos-estereótipos: o galã bon vivant, Benny, e seus amigos: o diretor de arte de visual nerd até a medula e o publicitário almofadinha-engomadinho padrão. Eles têm uma mesa de sinuca e uma mini-cesta de basquete no local de trabalho. Mulheres? São vistas em apenas uma cena: babando no chefe-gato Benny enquanto ele troca de camisa em pleno escritório. Em nenhum momento eles são vistos trabalhando ou na correria típica da publicidade. Só no final do filme assistimos a uma rápida gravação de um comercial. Se fosse realmente essa moleza, eu mudaria minha escolha na faculdade pra Publicidade e Propaganda *ontem*. Pra completar, Benny se apropria a frase da Angie para usá-la como slogan na campanha dos diamantes. Ou seja, além de não trabalhar, o publicitário ainda rouba idéias alheias. Ah, a agência em questão é conhecida por vender produtos tipicamente masculinos como carros e bolas de futebol. Também é um perfil nada favorável ao pessoal da publicidade.

Teoricamente, uma jornalista, boa juíza de caráter, teria discernimento suficiente para perceber que um homem incapaz de deixá-la depois da cena no jogo de pôquer seria bom demais pra ser verdade. E um publicitário, bom conhecedor de seu mercado, deveria notar que a personalidade mutável da moça não era exatamente algo normal. O jogo de cartas “bullshit” praticado pela família de Benny serve como metáfora da relação dos dois, baseada em mentiras. Também metaforicamente, ela só ganha dele no jogo porque teve a ajuda da família. A metáfora está no fato de que o fim de semana passado com a família dele – que a recebeu de braços abertos – fez Angie se apaixonar de verdade. Afinal, os parentes se mostraram com todos os seus defeitos: sobrinhos e netos barulhentos, tio flatulento, e por aí vai. A sinceridade deles se contrapõe à mentira reinante, e a partir desse segundo ponto crucial, (ou primeiro, eu sempre me confundo nessa divisão!) o filme tem a sua esperada virada e segue em seus trilhos rumo ao não menos esperado final feliz.

Outra característica que chama a atenção está nos diálogos cortantes, espertos e sarcásticos, algo raro em filmes desse tipo. Por exemplo, o bate-pronto entre Benny e Angie assim que se conhecem: “Solteiro?”, “No momento”, “Eu também”, “Surpreendente”, “Psicopata?”, “Às vezes. Interessada?”, “Talvez”, “Com fome?”, “Faminta”, “Saindo?”, “Agora”. Quero acreditar que somente pessoas inteligentes, formadas em diferentes habilitações de Comunicação Social são capazes dessa conversa, certo?

Não sei se costumo ser mais generosa com comédias românticas por estar menos habituada ao estilo comparado à ficção-científica ou aos filmes de serial killer, por exemplo, mas este “Como Perder um Homem em 10 Dias” convence no seu objetivo: o de incutir na mente das mocinhas incautas a idéia de que um príncipe encantado existe e você vai encontrá-lo? Esse certamente é o ponto de vista cínico. Na verdade, são apenas duas horas de bom entretenimento, facilmente digerível e esquecível como as divertidas matérias cheias de sacanagem das revistas “Nova” da vida. E, sim, é daqueles filmes que conseguem te fazer achar que relacionamentos são fáceis de se conseguir e manter. “Bullshit”, é claro. :P

P.S: De brinde, temos o Matthew McConaughey fofíssimo. E uma cena de amorzinho (sem sexo. Afinal, é uma comédia romântica) no chuveiro ao som “Feels Like Home” (Randy Newman), uma música linda da trilha de Dawson´s Creek, que é uma covardia: a letra  romântico-babona atinge em cheio o público-alvo e até comove mulheres nada babonas como esta que vos digita. Certamente isso foi pensado por um publicitário...



Escrito por mim mesma, oras! :P às 23h29
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   Sonho

Lorde escultor do reino do Sonhar
Príncipe das histórias ainda por inventar
Matéria-prima que alimenta existências vazias
Ou mentor de tormentos, noturnas agonias

Cioso dos deveres como senhor do onírico
Forjou seu caminho rumo ao desfecho fatídico
Buscou um substituto para deixar seu legado
Depois de fazer o sangue da família derramado

Após estender sua mão à Morte
Nos fazendo lamentar sua triste sorte
Seu destino, fruto de sua índole reta
Pois entre mudar ou morrer fez sua escolha concreta

Com o coração em chamas de culpa e pesar
A tristeza além do que podia suportar
Incapaz de mudar, desistiu de lutar
E para sempre partiu do reino do Sonhar

Breve explicação: sim, esse é o último poema da série dos Perpétuos, dedicado ao próprio Sandman, o mané-mor! :D Foi escrito sob o impacto do final da saga de dez edições. Não dá pra contar muito sem dar spoiler, apenas digo que é algo realmente intenso. O poema deu um bocado de trabalho porque o Dream não é meu personagem favorito (deve ser porque minha relação com ele é complicada: dificilmente lembro do que sonho!), mas acho que consegui passar o recado. Gosto particularmente da primeira estrofe... Não é bem onírica? :)



Escrito por mim mesma, oras! :P às 00h04
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   Imagem mental bizarra que não sai da minha mente

São quase 4 da manhã e, depois de passar a noite fazendo trabalho de Teoria 2 sobre o filme "Matrix", surgiu a seguinte especulação surreal: se a Matrix realmente existisse (ou existir, sabe-se lá!), imagine professores da ECO virando Agentes Smith no meio da aula. Agora imagine o Eduardo Kacs virando um Agente Smith no meio de sua palestra e atacando os alunos montados numa versão gigante do famigerado coelho verde fosforecente-pero-no-mucho?

Pois é, fazer trabalho de madrugda faz mal à saúde... Espero não ter pesadelos com isso! :P



Escrito por mim mesma, oras! :P às 02h48
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   Reflexões aleatórias, um crossover, um agradecimento e uma resposta

Pensei em escrever sobre o papel catártico do saco de areia na manutenção da integridade psíquica humana, mas desisti. Poderia também digressar sobre como o filme “Matrix” e a idéia de simulação servem como metáfora para a busca do autoconhecimento. Cogitei, ainda, expressar meu ódio mortal por vírgulas depois de ficar boa parte desta madrugada catando exemplos enfadonhos nos jornais para um trabalho de Português da faculdade.

Então, lembrei do crossover Sandman X Lestat e juntei as conclusões surgidas nos papos com as maninhas pelos corredores da ECO: Louis tem um “puxadinho” no reino de Desespero, e seria capaz de altas discussões-cabeça no estilo “A eternidade é uma merda” com o Sonho. Lestat é um dedicado servo de Desejo, embora eu duvide que o orgulhoso Filho das Trevas admita servir alguém, mesmo se tratando de uma representação antropomórfica de aspecto do universo. Delírio puxaria os cabelos de Perla do Armand e deles tiraria litros de café fresquinho, mas morreria de medo da Claudia. Enquanto isso a Morte, divertida, pensaria: “Se esse povo continuar vampirizando todo mundo, vai me economizar um bocado de trabalho...”.

Falando em trabalho, meu seminário de Psicologia (“Psicopatas – Doentes ou Criminosos?”) foi um absoluto sucesso! Apesar dos imprevistos, conseguimos manter a atenção da turma e da professora, a sala ficou em profundo silêncio (dos inocentes? :D). E pensar que foi tão difícil chegar a um acordo sobre o tema... Sendo assim, queria agradecer a galera: maninhas Lili e Aline, Gláucia, Fernandinha, Mônica e Bia. Vocês ruleiam! Aliás, we rulez big time! :)

P.S pra Déia e pro Skywalker: Os poemas estão nos posts antigos! É só ir rolando a tela pra ver alguns e clicar nos links do Histórico para os outros. Falta ainda colocar três poemas que li no recital, mas resolvo isso em breve, ok? :)



Escrito por mim mesma, oras! :P às 21h13
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   Continuo rocambolescamente enrolada... E com algumas perguntas enigmáticas na cabeça

Tenho três trabalhos pra fazer e no momento sinto apenas vontade de escrever poesia. Reflexo do "Uma Noite na Taverna", ótimo recital do SESC São Gonçalo, no qual recitei meus poemas - desta vez um pouco menos nervosa. :)

Anotei idéias e vou rascunhar alguma coisa. O mais surreal é que estou me inspirando nos textos do Foucault e no "Simulacro e Simulação", do Baudrillard! Pois é, filosofia pode gerar poesia...

E o bate-papo pós-recital levou à pergunta enigmática: por que raios não filmaram o livro "O Vampiro Lestat"?

Ah, e tem mais um mistério no ar: Tom Ripley (do filme "O Talentoso Ripley") é psicopata ou não? Aliás, são dois mistérios: por que raios eu insisto em chamar a película (eita!) de "Poderoso Ripley"? :D

P.S. in-joke: Não falei que ia atualizar o blog? :D



Escrito por mim mesma, oras! :P às 23h45
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   Melhor presente de aniversário *ever*: Kraftwerk cantando "Boing Boom Tschak" e "Music Non Stop" pra mim

Ok, pra mim e mais "trocentas" pessoas no Tim Festival. Mas deixem-me ficar no meu devaneio! Até porque foi o máximo da sincronicidade eles terem tocado minhas músicas favoritas num medley logo após à meia-noite de hoje, meu aniversário!

A performance conseguiu ser ainda melhor do que a do Free Jazz.  Quatro "coroas" e seus poderosos laptops Sony Vaio apertando botõezinhos por pouco mais de duas horas fizeram os dois melhores shows da minha vida! Música feita por máquinas tem alma - e groove!

O repertório foi caprichado, praticamente todos os hits estavam lá: no primeiro set, vestidos impecavelmente de terno preto e gravata vermelha: "Man Machine", "Tour de France", "Autobahn", "Trans-Europe Express" (cujo riff de teclado deu origem ao rap "Planet Rock"), "The Model" (que tocou na DDK e eu nem sabia que era deles!).

E ainda: "Radioactivity", "Numbers", "Pocket Calculator", "Computerworld". Depois, com os integrantes substituídos pelos clássicos robôs em movimento, tivemos "The Robots". E mais adiante, eles voltam com as sensacionais roupas fosforecents para o último set: "Boing Boom Tschak" e "Music non-stop".

Tocaram também as músicas do álbum mais recente ("Tour de France Soundtracks"): "Vitamin", "Aero Dinamik" e "Elektro Kardiogram". Impressionante como o estilo do grupo se mantém fiel e com a mesma qualidade ao longo do tempo.

O som era impecável: graves encorpados, agudos cristalinos. A execução das músicas sem um erro sequer. O estéreo, fantástico: a sensação de ouvir em "surround" as correntes de bicicleta de "Tour de France" e os ruídos de motor de "Autobahn" é indescritível! A imagem não ficava atrás: a exibição de vídeos no telão de imagem perfeita em total sincronia com a música é um belo exemplo moderno de videoarte.

A platéia se dividia entre o puro delírio e o transe extático (de êxtase mesmo!). Palmas no ritmo da música, e até cantar os quase inexistentes refrões a galera fez - e eu era uma das que gritavam entusiasmadas, of course!

Ou seja, a "usina de força" continua funcionando a pleno vapor. E, ao contrário do que se pensa, seus operadores "robôs" não são tão impassíveis assim: mexiam os pés, acenavam com a cabeça e, juro, vi um deles até sorrir quase o tempo todo...

Pausa pra divagação: interessante como uma banda que louva o progresso dos computadores, auto-estradas e trens modernos também alerta para os malefícios da tecnologia com o libelo anti-nuclear "Radioactivitiy" e a letra que fala do uso de bombas atômicas e de acidentes em usinas nucleares.

Pós-show, teve pista aberta com o DJ Maurício Lopes. Não fiquei muito, pois estava incrivelmente cansada. O set era bom, fazia tempo que não ouvia techno interessante. O povo continuava animadíssimo: vi até uma moça fazendo polichinelos em plena pista! :)

Hoje, almocei churrasco com mamãe! Em suma: um aniversário e tanto! Happy birthday to me! 29 anos que passaram muito rapidamente... ;)



Escrito por mim mesma, oras! :P às 19h51
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   Fim-de-semana típico na vida da Garota-Rocambole

Descobri na sexta-feira que tenho um trabalho chatíssimo de Português para entregar na segunda-feira.

Tenho que estudar pra enigmática prova de Teoria de Comunicação 2, cuja fama de difícil circula pelos corredores da ECO. E ainda pensar no trabalho da mesma matéria.

Preciso pesquisar sobre psicopatas pro trabalho do Psicologia. E parar de pensar que se o trabalho fosse sobre Sandman eu não precisaria pesquisar nada, apenas ter a desculpa necessária pra reler a epopéia do Gaiman. :)

Nesse meio tempo, ver se consigo fazer a coluna do primeiro episódio da terceira temporada de "Alias" pro Séries Online (é, pode ficar felizinho! Sim, eu sei que você tá lendo! :D)

Obviamente, tenho que conciliar tudo isso com o show do Kraftwerk no Tim Festival sábado e a idéia da minha mãe de almoçarmos fora no meu aniversário domingo.

Pra complicar, faz um calor senegalesco. Odeio calor. Fico cansada, indisposta, irritada e durmo mal.

Fui tentar colocar uma fita (sim, você leu certo: fita!) no meu mini-system e descubro que nenhum dos *dois* decks funcionam. É o único equipamento ruim da Sony que já vi.

Mas quando um princípio de mau-humor se forma e cogito a possibilidade de acreditar em inferno astral:

Lembro que o show do Kraftwerk no Free Jazz foi fantástico e vou ter a oportunidade de repetir a experiência.

Na academia, enquanto corro feito a Sydney Bristow na esteira, ouço o Alex Band cantando "Things will go my way" e, de uma forma não-racional, entendo que isso faz sentido. (Isso mesmo, tive uma epifania ao som do The Calling! :D)

Vejo Joseph Campbell dizer na série "O Poder do Mito" dizer: "Siga sua felicidade, não tenha medo, e portas se abrirão onde você nem sabia que existiam". I hope so, Mr. Campbell. I *really* hope so...

P.S: Ouvindo "I've been losing you" do A-ha na fita "Scoundrel Days". Nostalgia anos 80 total! :)



Escrito por mim mesma, oras! :P às 02h07
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   I *don't* want to believe! ou Esse mundo está perdido mesmo...

Estou em negação. Recuso-me a acreditar no resultado das eleições americanas. A apuração não ia durar um mês? Como foi tudo assim tão rápido? Não era esta a eleição com recorde de votantes democratas? Percebo algo de podre no reino do Tio Sam - de novo!

O problema é que os EUA indo para o buraco, levam o mundo inteiro junto. Infelizmente é assim que a banda toca. (E a essa altura, a banda é a do Titanic e está tocando a marcha fúnebre).

Salve-se quem puder! O mundo está mesmo perdido. O último a sair que feche a porta, apague a luz e espere o surgimento de um novo universo. (Piada interna Sandman-related: vai sobrar pra mim! :P)



Escrito por mim mesma, oras! :P às 00h43
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   Nova Fase ou Alguém Precisa de uma Tradutora? E ainda: DDK de Halloween

A vida é mesmo uma montanha-russa. Sexta-feira passada fui devidamente “fired” do meu trabalho (e meu chefe nem era o Donald Trump!). Não é tão ruim quanto parece, considerando-se que estou mesmo em fase de transição profissional e mal vejo a hora de trabalhar em algo ligado à Comunicação Social.

Porém, como toda decisão inesperada e que foge do meu controle, houve um baque. E a situação me deixou mais chateada do que eu gostaria ou esperava. O que explica meu sumiço da vida online esses dias: fiquei no meu canto, assimilando o ocorrido e tentando entender meus sentimentos. Ainda não cheguei a nenhuma conclusão, mas fazer o quê? Vida que segue: pelo menos vou poder me dedicar mais à faculdade e buscar trabalho na área de Humanas.

Aproveito a ocasião pra fazer meu comercial: alguém aí precisa de uma tradutora Inglês-Português ou Português-Inglês? Tenho experiência comprovada em versão Português-Inglês e conhecimentos específicos nas áreas de Informática e Internet (experiência profissional, formação na área e usuária da rede desde 1995), Esportes (praticante de Muay Thai, com conhecimentos de boxe e esportes radicais), Cultura Pop (TV, Cinema, Seriados, Quadrinhos, Música: experiência como DJ e como colunista nos sites Fonte de Pesquisas – www.xfonte.net/colscully.html e Séries Online -www.seriesonline.com.br).
 
Ah, e se alguém souber de algo na área de Comunicação, preferencialmente nesse setor de Entretenimento, TV,Cinema, Quadrinhos ou Música, também está valendo! Lembrando que estou cursando o 2º período da prestigiosa Escola de Comunicação Social da UFRJ.

De resto, sábado fui pela primeira vez à tão famosa DDK, edição de Halloween, espairecer um pouco. Para pessoas de mente fechada pode ser apenas uma “festa estranha com gente esquisita”, mas eu gostei muito! O clima sombrio e enfumaçado somado ao visual caprichado da galera fazia do Espaço Marun um típico clube gótico, no estilo dos freqüentados pelo Vampiro Lestat (e vi pelo menos um clone dele por lá! :P). Fora isso, o local tinha a maior concentração de ankhs por metro quadrado. E vários clones da Morte, claro. Pra quem curte “Alias” e já viu o terceiro ano, parecia o local onde Syd e Vaughn vão buscar um hacker no episódio “Unveiled” (infelizmente não vi nenhum clone do Gothic Vaughn :P).

Lá, descobri que gosto de rock gótico (se for pesado e misturado com eletrônico estilo Rammstein então, melhor ainda!) e a pista de música eletrônica também estava boa, embora eu tenha achado os BPMs meio baixos e tido, em alguns momentos, aquela terrível  impressão de leigo de que “todas as musicas pareciam iguais”.

Enfim, é isso! Que venha a nova fase! I´m ready for it!



Escrito por mim mesma, oras! :P às 00h18
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